Servidores do Hospital Portugal Ramalho paralisam atividades por falta de condições de trabalho e exigem saída do local
Diante deste quadro desolador, os servidores decidiram paralisar suas atividades na próxima quinta-feira (30)
A situação está cada vez mais grave para os servidores e pacientes do Hospital Escola Portugal Ramalho, que, contrariando toda a lógica, ainda funciona precariamente no local onde milhares de pessoas foram evacuadas devido a risco de afundamento do solo, causado por décadas de exploração da empresa Braskem.
Diante deste quadro desolador, os servidores decidiram paralisar suas atividades na próxima quinta-feira (30) como uma espécie de grito de socorro, para que autoridades responsáveis procedam com urgência o realocamento do Hospital.
Desde o ano passado o Ministério Público do Estado de Alagoas (MP-AL) pediu que sejam tomadas medidas em caráter emergencial para realocação do Hospital Portugal Ramalho, que se encontra na área afetada pela extração de sal-gema e que passa por um lento processo de afundamento do solo, em Maceió.
O SINDPREV-AL também já fez inúmeras denúncias sobre a situação absolutamente insustentável do funcionamento do Hospital naquela área.





















