9 de setembro de 2022

Profissionais de Enfermagem protestam em Maceió contra a suspensão do Piso Salarial

O SINDPREV-AL marcou presença, com caravanas do interior do Estado e profissionais de Maceió. O Sindicato tem atuado firmemente para reverter a decisão do ministro Barroso, restabelecendo o direito dos profissionais de Enfermagem a um Piso Salarial decente.

Enfermeiros, técnicos de enfermagem e outros profissionais de saúde realizam um protesto em Maceió, nesta sexta-feira (9). Os manifestantes são contra a decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender a lei que criou o piso salarial da enfermagem. O SINDPREV-AL marcou presença, com caravanas do interior do Estado e profissionais de Maceió. O Sindicato tem atuado firmemente para reverter a decisão do ministro Barroso, restabelecendo o direito dos profissionais de Enfermagem a um Piso Salarial decente.

A norma aprovada pelo Congresso fixou o piso em R$ 4.750, para os setores público e privado. O valor ainda serve de referência para o cálculo do mínimo salarial de técnicos de enfermagem (70%), auxiliares de enfermagem (50%) e parteiras (50%).

Os manifestantes saíram em caminhada pela orla da capital alagoana. A manifestação começou logo cedo nesta sexta-feira, quando os profissionais de Enfermagem se concentraram no início da praia de Pajuçara, em Maceió.

Os manifestantes levaram cartazes com dizeres como “respeitem o piso”, “minha dignidade não é inconstitucional” e “liberem o piso da enfermagem”.

Os integrantes do ato pediram a liberação do piso e disseram palavras de ordem, como “a enfermagem acordou”.

Suspensão do piso

O ministro Luís Roberto Barroso, na decisão que suspendeu a lei do piso salarial da enfermagem atendeu pedido dos hospitais privados e planos de saúde.

A decisão, que é individual, começou a ser a julgada, no plenário virtual, nesta sexta-feira (9). Relator do caso, Barroso votou por manter o entendimento.

A ação foi movida pela Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos de Serviços (CNSaúde), que contestou a validade da medida.

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