Caos em prédio do Hemoal tem calor extremo, partes do teto caindo, cadeiras e elevador quebrados e falhas estruturais
Trabalhadores do Hospital Gral do Estado de Alagoas (HGE), lotados há cerca de 1 ano, no 1º e 2º andar do prédio do HEMOAL Trapiche, que fica vizinho ao HGE, denunciam condições precárias de trabalho. Um ambiente marcado por calor excessivo, ausência de ventilação adequada e falhas estruturais que colocam em risco a saúde e a segurança dos servidores públicos, foi o que constatou o SINDPREV, durante visita técnica realizada na quinta-feira (29/01), em Maceió
Ao adentrar na unidade de saúde, constata-se que o local de trabalho permanece sem climatização adequada, apesar de contar com aparelhos de ar-condicionado, o gela água não funciona, servidores obrigados a beber água natural, para não dizer, quente devido a alta temperatura dos setores de trabalho. Segundo as denúncias, os condicionadores de ar estão desligados por ordens que teriam partido da administração do local, sob a justificativa de evitar sobrecarga nos geradores elétricos. Na prática, a decisão transforma o ambiente em um espaço extremamente quente e insalubre durante toda a jornada laboral.
Trabalhadores afirmam também que o calor excessivo tem provocado mal-estar, fadiga intensa, dores de cabeça e queda de rendimento, além de aumentar o risco de acidentes. É impossível manter a concentração para trabalhar. Em algumas salas, parte do teto está caindo, colchões do descanso dos servidores rasgados; várias cadeiras quebradas; servidores precisam trazer ventiladores de casa; há também relatos de que no local os ratos caminham tranquilamente pelos corredores. O calor é constante e não há qualquer alternativa de ventilação.
Além do desconforto térmico, há também problemas estruturais graves. Psiquiatras e Psicólogo estariam sendo submetidos a atender em salas fechadas e sem ar condicionado. O elevador do local não funciona há cerca de dois anos, dificultando a locomoção dos trabalhadores e o transporte de materiais. A situação afeta especialmente pessoas com mobilidade reduzida e amplia os riscos de acidentes no ambiente de trabalho, local totalmente sem acessibilidade. Servidores são obrigados a subir e descer dois andares de escadas o dia todo, todos os dias.
Especialistas em direito do trabalho apontam que as condições descritas podem caracterizar descumprimento das Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho, em especial a NR-17 (Ergonomia), que determina a adaptação das condições ambientais às necessidades dos trabalhadores, e a NR-24, que trata das condições de conforto térmico nos locais de trabalho.
Diante da gravidade das denúncias, trabalhadores já encaminharam representações ao SINDPREV, que se comprometeu em acionar o Ministério Público do Trabalho (MPT), solicitando apuração dos fatos e fiscalização no local. O objetivo é que sejam adotadas medidas urgentes para a regularização das condições de trabalho.
Essa é mais uma denúncia, diante das inúmeras já feitas pelo SINDPREV, que revela o total descaso e abandono do governo Paulo Dantas com os trabalhadores da Saúde de Alagoas. O SINDPREV repudia totalmente as propagandas mentirosas sobre a saúde do governo estadual e revela a verdade de fato de uma saúde desprezada e ao que parece, totalmente corrompida! Com a palavra, os órgão de fiscalização, que até o momento, parecem que não existem de fato!!!
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