10 de novembro de 2020

Reforma Administrativa retira direitos dos servidores que trabalham para o povo e mantém privilégios

Quem depende dos serviços públicos e do trabalho dos servidores deve exigir outra conta: mais dinheiro para a saúde, a educação e os serviços públicos e melhores condições para os servidores atenderem o povo

A Reforma Administrativa do governo Bolsonaro retira direitos dos servidores públicos como a licença-prêmio, adicionais por tempo de serviço e dificulta as promoções. Por outro lado, não mexe nos salários do presidente, de ministros, de juízes e militares.

Não dá pra entender a matemática do governo: subtrair o salário de quem cuida do povo – os servidores – e manter o privilégio de uns poucos. Quem depende dos serviços públicos e do trabalho dos servidores deve exigir outra conta: mais dinheiro para a saúde, a educação e os serviços públicos e melhores condições para os servidores atenderem o povo. Portanto, é preciso dobrar esforços e se somar à luta dizendo um sonoro “não à Reforma Administrativa”!

Campanha

Esta campanha é promovida pelo Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) e suas entidades.

Não guarde estas informações para você. Compartilhe este card para seus colegas de trabalho, seus amigos, no seu círculo familiar. Use as hashtags #NaoaReformaAdministrativa#DefendaoServicoPublico#DeformadoGoverno#OndeEstaoPrivilegio.

Diga não à Reforma Administrativa!

Fonte: FENASPS

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