30 de setembro de 2020

Geap ataca mais uma vez e aumenta o valor do plano em até 45,58%; SINDPREV-AL deve acionar a Justiça contra esse absurdo

O Departamento Jurídico do Sindicato, como fez em outras ocasiões, vai ingressar com ação judicial para barrar mais esse aumento irresponsável e injusto

Já virou uma rotina desagradável e ilegal. A GEAP, mais uma vez, aumenta descaradamente o valor do plano com valores que vão de 5,50% a 45,58%, num total desrespeito aos servidores e seus familiares, tudo isso durante a maior pandemia e crise de saúde da história moderna da humanidade. Ainda mais cruel pelo fato dos servidores estarem há mais de cinco anos sem reajuste salarial.

Como sempre, o SINDPREV-AL deve acionar a Justiça contra esse descalabro, que ameaça a saúde de milhares de servidores, praticamente inviabilizando suas vidas, já que o impacto financeiro dos aumentos é devastador. Assim, o Departamento Jurídico do Sindicato, como fez em outras ocasiões, vai ingressar com ação judicial para barrar mais esse aumento irresponsável e injusto.

Veja abaixo matéria publicada no Jornal Correio Brasiliense, no blog do servidor do dia 28 de setembro/2020:

Os aumentos nos planos de saúde da Geap Autogestão, maior operadora do funcionalismo, vão de 5,50% a 45,58%. Os valores, em 2021, ficarão entre R$ 908,31 a R$ 2.904,88 para quem tem 59 anos ou mais

Quem tem filho jovem ou adolescente, de 18 a 23 anos, além dessa cota mensal obrigatória, vai desembolsar mais, dependendo do tipo de plano, entre R$ 206,96 a R$ 348,41. Se tiver mais um dependente entre 0 a 18 anos, o servidor terá que arcar com mais R$ 179,71 a R$ 302,47.

No aviso enviado aos beneficiários, a Geap avisa que os valores das contribuições serão aplicados a partir de janeiro de 2021, para “pensionistas, titulares, dependentes e grupos familiares, a critério da Diretoria Executiva”. A contrapartida do patrocinador será deduzida – entre R$ 101,56 e R$ 205,63.

Entre outros motivos para o salgado aumento, a Geap explica que os cálculos foram feitos “com base em estudos atuariais, visando assegurar o equilíbrio econômico-financeiro, a solvência e a liquidez das operações e da própria fundação” e lembra que, por decisão da Agência Nacional de Saúde (ANS), houve suspensão dos reajustes de setembro a dezembro de 2020.

Esse percentuais não cobrados esse ano. serão incorporados nesse agora estabelecido para 2021. O comunicado é assinado pelo presidente do Conselho da Administração (Conad), Thiago Meirelles Fernandes Pereira.

Fonte: Correio Brasiliense

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