28 de fevereiro de 2020

Dia 18 de março: GREVE GERAL EM DEFESA DOS DIREITOS E DOS SERVIÇOS PÚBLICOS

Dia 18 de março está marcada uma grande paralisação em defesa do serviço público com qualidade para todos

No dia 18 de março o funcionalismo público vai parar em todo país durante a Greve Geral em Defesa dos Direitos e dos Serviços Públicos.
Os trabalhadores do Serviço Público lutam contra o chamado pacotaço de Bolsonaro e seu ministro da destruição: Paulo Guedes.
O Pacotaço do Guedes, utilizando a falácia de todo neoliberal desde os tempos de Collor, diz que o Estado Brasileiro é inchado, que os servidores públicos são “parasitas”. O que os neoliberais não dizem é que o grupo minoritário de servidores com super salários como militares, juízes, procuradores não fazem parte do pacotaço de Guedes, assim como não fizeram parte da Reforma da Previdência.
Mais uma vez, quem pagará a conta são os que ganham menos.
O Pacotaço de Guedes estabelece o fim da estabilidade para novos servidores. Esses ficarão à mercê de governos autoritários e deixarão de cumprir sua função principal que é a de servir à população. Sem estabilidade, os servidores sindicalizados, por exemplo, podem ir para o olho da rua sem aviso prévio.
Outro elemento do pacotaço é a avaliação de desempenho do funcionalismo. Avaliação de qualquer serviço é louvável, mas na prática o sucateamento do serviço público será jogado nas costas dos servidores.Sabemos que a avaliação só funcionaria se a população que utiliza o serviço público pudesse avaliá-lo e não o chefe assediador.
Portanto, Dia 18 de março está marcada uma grande paralisação em defesa do serviço público com qualidade para todos.
Se você almoça em restaurantes, toma vacina em posto de saúde você usa serviço púbico, pois, em ambos casos, o SUS, por meio da vigilância sanitária que impede que você coma alimento contaminado, ou por meio da vigilância epidemiológica que trabalha para erradicar epidemias, você faz uso do serviço público e nem percebe.
A verdadeira intenção deste governo autoritário e ultraneoliberal é vender todas as nossas riquezas, promovendo um processo de privatização sem precedentes na história do Brasil.

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