13 de novembro de 2019

Marcha Mundial das Mulheres/AL realiza reunião preparatória para manifestação do dia 25 de novembro

Sexta-feira, 25 de novembro, marca o Dia Latino-americano e Caribenho de Luta Contra a Violência às Mulheres.

A Marcha Mundial das Mulheres de Alagoas realizou reunião nesta terça-feira (12) para traçar preparativos para a manifestação do dia 25 de novembro, que marca o Dia Latino-americano e Caribenho de Luta Contra a Violência às Mulheres. A reunião também serviu para discutir e organizar ações de resistência contra a violência de gênero e traçar ações para 2020. A reunião foi na Casa do Aposentado/a do SINDPREV-AL.

A diretora do SINDPREV-AL, Lúcia Maria Santos participou da reunião como representante do Sindicato na luta feminista.

Saiba mais sobre a manifestação do dia 25 de novembro

Sexta-feira, 25 de novembro, marca o Dia Latino-americano e Caribenho de Luta Contra a Violência às Mulheres. No Brasil, os casos de violência contra as mulheres são diários e numerosos, mas a luta feminista também é intensa e cotidiana. Neste 25 de novembro, as mulheres estarão mobilizadas pelas cidades de diversos estados do país, em marcha pelo fim da violência, do racismo, do machismo, da LGBTfobia, do conservadorismo e do neoliberalismo que avança com o governo golpista de Michel Temer. “É sempre importante frisarmos a forma como o avanço do conservadorismo é um dos mecanismos de expressão da violência sexista”, diz Maria Fernanda Marcelino, da MMM de São Paulo.

Inspiradas na greve das mulheres argentinas e na resistência feminista pelo Brasil e pelo mundo inteiro, exigimos: Nem uma a menos! Nem uma mulher com direitos a menos! Os cortes em direitos sociais e trabalhistas hoje são uma ameaça real, através da PEC 55/2016 (anteriormente chamada PEC 241/2016), que pretende congelar investimentos públicos em saúde, educação e assistência social.

“Estamos em sintonia com a paralisação nacional da Argentina e a luta de todas as mulheres da América Latina contra a violência, as mortes, o machismo, o racismo. Aqui estamos em uma grave situação. Quando se tem tanta violência, é preciso, além de mudanças estruturais na sociedade, também fortalecer as políticas públicas de atendimento, apoio e prevenção da violência contra a mulher. Os cortes de verba pública farão um verdadeiro desmonte da politica de assistência, do pacto nacional pelo enfrentamento à violência, da política de saúde e educação. Tudo isso aprofunda a violência no país e aumenta a dificuldade das mulheres vítimas de violência em receber apoio do Estado”, afirma Sonia Coelho, da MMM de São Paulo.

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