25 de abril de 2012

SINDPREV e movimentos sociais organizados na Defesa da Saúde Pública de Palmeira dos Índios

Infelizmente, vivemos um verdadeiro caos na saúde pública em Palmeira dos Índios. Servidores da Saúde trabalham sem as mínimas condições; salários defasados e com duas datas-bases do Plano de Cargos, Carreiras e Salários sem negociação. Médicos enfermeiros e dentistas em greve há vários meses, além de inúmeros profissionais pedindo demissão por absoluta falta de estrutura.
Para piorar a situação foi retirado ilegalmente alguns direitos dos servidores, como: Adicional de Insalubridade de 170 Agentes Comunitários de Saúde desde o mês de dezembro de 2011. Redução do Adicional de Insalubridade de todos os profissionais de Saúde que ganham um pouco mais que um salário mínimo.
Para completar o caos, o Sr. Prefeito transferiu mais de 100 funcionários da Saúde para a Educação. Com isso, os postos e demais setores da Saúde ficaram sem vigias, atendentes, funcionários administrativos, entre outros. Outros 200 servidores de outras secretarias também foram remanejados.
Sem sombra de dúvidas o que estamos vendo é uma privatização de todo o sistema de Saúde, além da famigerada terceirização, provavelmente para barganhas políticas, já que estamos em ano eleitoral. Os chamados ‘Padrinhos’ políticos agem livremente, num verdadeiro mercado de votos. Enquanto isso, a Saúde fica destruída, penalizando a população sofrida da nossa cidade.
O povo de Palmeira dos Índios está entregue a própria sorte. O prefeito, insensível, a dor e ao desespero de quem procura em vão o serviço de saúde, fica gastando dinheiro público em propaganda na mídia.
Por tudo o que foi exposto, o SINDPREV e outras 30 entidades da sociedade civil organizada resolveram vir às ruas para denunciar essa situação e exigir, com urgência, uma solução para o caos que estamos presenciando. Não podemos ficar de braços cruzados enquanto nossos irmãos morrem e sofrem pelo descaso no setor de Saúde.
Queremos o fim da privatização e terceirização da Saúde em Palmeira dos Índios. Não aceitamos barganhas políticas com o sofrimento do povo. Exigimos Saúde de qualidade para todos (as).

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